PORTUGAL:Manifestação da Função Pública juntou 180 mil pessoas

Publié le par angeline351

Manifestacao da funcao publica

 

Cerca de 180 mil pessoas participaram hoje na manifestação dos trabalhadores da Função Pública, de acordo com os números avançados pelos sindicados.

A polícia não avançou qualquer estimativa em relação a este protesto que começou no Marquês de Pombal, desfilou pela Avenida da Liberdade e terminou no Rossio.

Ana Avoila, da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, diz que os trabalhadores não deixarão de se manifestar, em reacção às palavras de compreensão proferidas hoje pelo primeiro-ministro.

“As acções e as lutas dos trabalhadores só fazem é a evolução da democracia, só criam mais direitos, mesmo em relação aos direitos deste país”, sustenta a sindicalista.

“O Sr. primeiro-ministro tem uma formação que não tem nada a ver com os sindicatos, uma formação que vai na linha de uma política de apoio ao grande capital financeiro, não pode estar de acordo com manifestações de trabalhadores, mas os trabalhadores percebem que ele não esteja e não vão deixar de lutar só porque há ameaças de forma mais subtil ou mais violenta”, afirma Ana Avoila.

Já Nobre dos Santos, da Frente Sindical da Administração Pública (FESAP), lembra ao primeiro-ministro que os sacrifícios não são de agora.

“As palavras do Sr. primeiro-ministro valem pelas afirmações ocas e falaciosas que ele tem feito. Eu acho que o Sr. primeiro-ministro tem de saber que os trabalhadores da administração pública há mais de dez anos que estão em sacrifício permanente, portanto, mais estes sacrifícios estão a estrangular os trabalhadores e a economia”, frisa Nobre dos Santos.

 

Environ 180 mille personnes ont participé aujourd'hui à la manifestation des travailleurs de la fonction publique, selon les chiffres fournis par les syndicats.

La police n'a pas avancé une estimation par rapport à cette protestation qui a commencé dans le marquis de Pombal, l'Avenida da Liberdade défilé et s'est terminée au Rossio.

Ana Avoila, le Front commun de l'administration publique des syndicats, a déclaré travailleurs ne manquera pas de se manifester en réaction aux paroles de compréhension parlée aujourd'hui par le Premier ministre.

"Les actions et les luttes des travailleurs ne font est l'évolution de la démocratie, seulement de créer davantage de droits, même pour les droits de ce pays" soutient le syndicat.

"Monsieur le Premier Ministre a un fond qui n'a rien à voir avec les syndicats, une formation qui est en ligne avec une politique de soutien du grand capital financier, ne peut pas se conformer aux protestations des travailleurs, mais les travailleurs perçoivent qu'il n'est pas et ne sera pas cesser le combat juste parce qu'il ya des menaces de plus violent ou plus subtiles, "dit Ana Avoila.

Déjà Nobre dos Santos, le front syndical de l'administration publique (FESAP), rappelle au premier ministre que les sacrifices ne sont pas nouvelles.

«Les paroles de M. le Premier ministre vaut les déclarations creuses et trompeuses qu'il a fait. Je pense que M. le Premier ministre doit savoir que ceux qui travaillent dans l'administration publique depuis plus de dix ans qui sont en sacrifice permanent, par conséquent, plus ces sacrifices sont étrangler l'économie et les travailleurs », note Nobre dos Santos.

 

Publié dans EUROPE

Pour être informé des derniers articles, inscrivez vous :
Commenter cet article