PORTUGAL/GREVE GENERAL LE 27 JUIN 2013

Publié le par angeline351

GREVE GERAL DIA 27 DE JUNHO
UGT a décrété la grève générale pour le 27 Juin, convergeant dans l'action avec la CGTP. Les syndicats Febase soutenir la grève et enverra l'avis approprié. La lutte pour la défense de l'emploi dans le secteur bancaire.
 
Fédération des syndicats émettra grève d'avertissement à l'avance à la 27e, y compris les employés de la banque et de l'assurance.
 
Compte tenu de la situation d'emploi et le chômage dans le secteur financier, le Febase et leurs syndicats appellent tous les travailleurs à se joindre à la grève générale.
 
Les employés de la banque vivent un moment de grande agitation ouvrière, qui ne s'est pas produit depuis les années 30 du siècle dernier.
 
La recapitalisation est payée par les travailleurs, qui, sous la «couverture» de la résiliation du contrat sont hors de la banque par milliers.
 
Le Febase estime que cette situation ne peut pas continuer. Les travaux ne peuvent pas être une monnaie d'échange pour les banques recours à la ligne de la recapitalisation de l'État.
 
En outre, les établissements de crédit profitent de la situation actuelle dans le pays pour mettre en œuvre des mesures qui n'auraient autrement pas eu le courage de faire. C'est ce qui explique la LOI de plainte et d'intransigeance à la table des négociations.
 
Pour tout cela, la banque a de nombreuses raisons de protester, se joindre à la grève générale.
 
Contre l'intransigeance
 
La grève décrétée par UGT est une protestation contre l'intransigeance de négociation du gouvernement et l'obligation de défendre la dignité des travailleurs, les retraités et les jeunes.
 
Dans une conférence de presse, le Secrétaire général a déclaré: «Il s'agit d'une décision d'un organe de l'UGT, en tenant compte du temps que connaît le pays et à l'intransigeance des négociations que le gouvernement a montré ces derniers temps dans le secteur public et des entreprises l'État. "
 
Carlos Silva a rappelé qu'il ya beaucoup de raisons d'être mécontent portugais, se référant chômage particulièrement élevé, sur le point de dépasser le million de personnes.
 
La grève générale est aussi une réponse à la fois que nous vivons dans la coordination sociale, le non-respect par la direction de certains Accord premières pour la compétitivité, la croissance et l'emploi que l'UGT a signé en 2012, le blocus de la négociation collective, et non l' publication de prolongation de l'ordonnance, et le gel du salaire minimum, le gouvernement n'augmente pas "avec l'argument de la troïka."
 
GWU prend la grève qu'en dernier recours. "Ne pas le faire volontairement. Nous voulons garder les portes ouvertes à la négociation, mais il est important que le gouvernement se rend compte qu'une négociation n'est pas une imposition ", a déclaré Carlos Silva.

A UGT decretou greve geral para dia 27 de junho, convergindo na ação com a CGTP. Os sindicatos da Febase apoiam a paralisação e vão emitir o respetivo pré-aviso. Os bancários lutam pela defesa do emprego no setor.
 
Os sindicatos da Federação vão emitir pré-avisos de greve para dia 27, abrangendo os trabalhadores bancários e dos seguros.
 
Face à situação laboral e ao desemprego no setor financeiro, a Febase e os seus sindicatos apelam a todos os trabalhadores para aderirem à greve geral.
 
Os trabalhadores bancários vivem um momento de grande instabilidade laboral, que não acontecia desde os anos 30 do século passado.
 
A recapitalização da banca está a ser paga pelos trabalhadores, que sob a “capa” das rescisões de contrato estão a sair da banca aos milhares.
 
A Febase considera que esta situação não pode continuar. Os postos de trabalho não podem ser moeda de troca para os bancos recorreram à linha de recapitalização do Estado.
 
Além disso, as instituições de crédito estão a aproveitar-se da atual situação do País para implementar medidas que de outra forma não teriam coragem de fazer. Só assim se explica a denúncia do ACT e a intransigência à mesa de negociações.
 
Por tudo isto, os bancários têm muitas razões para protestar, aderindo à greve geral.
 
Contra a intransigência
 
A paralisação decretada pela UGT é um protesto à intransigência negocial do Governo e uma exigência de defesa da dignidade dos trabalhadores, dos reformados e dos jovens.
 
Em conferência de imprensa, o secretário-geral anunciou: “Esta é uma decisão dos órgãos da UGT, tendo em conta o momento que o País atravessa e contra a intransigência negocial que o Governo tem revelado nos últimos tempos na administração pública e no Setor Empresarial do Estado.”
 
Carlos Silva lembrou que não faltam motivos para os portugueses estarem descontentes, referindo nomeadamente o elevado desemprego, prestes a ultrapassar o milhão de pessoas.
 
A greve geral é também uma resposta ao momento que se vive na concertação social; ao incumprimento, pelo Executivo, de algumas matérias do Acordo para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego que a UGT assinou em 2012; ao bloqueio da negociação coletiva; à não publicação das Portarias de Extensão; e ao congelamento do salário mínimo, que o Governo não aumenta “com o argumento da troika”.
 
A UGT assume a greve como última alternativa. “Não o fazemos de bom grado. Queremos manter as portas abertas à negociação, mas importa que o Governo perceba que uma negociação não é uma imposição”, afirmou Carlos Silva.
 

Publié dans EUROPE

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